Os mais antigos moradores destas paragens(ferrovia-Santos a Jundiaí etc..)contam em suas estórias,que o recem prefeitado administrador de Buracópolis,nos idos de 1900 e bolinhas,não tinha como asfaltar nem a frente da prefeitura,dirigindo-se ao município de onde se "desgarrara",pediu ao prefeito se não havia como lhe auxiliar,pois,não tinha recursos ainda,mesmo chamando sua pequena"cidade" de polo industrial.
Pois bem,num repente de boa-vizinhança,o caudilho disse ao pedante:_olha,vou te arrumar massa asfáltica,mas "não espalha"(para não haver constrangimento,não é?).
Feliz e saltitante(acho),o pidão chega a Buracópolis com a carga e a coragem(que trocadilho ruim),mandando os seus pares começarem o asfaltamento público.
Passados alguns dias,terminado o serviço(deve ter ficado uma beleza para as carroças da época),os trabalhadores chegaram-se ao adm-mór e perguntaram:fizemos todo o serviço,mas como não tem mais rua por aquí,o que faremos com o que sobrou?
Nisto,o adm-mór lembra-se do pedido ao pé do ouvido(não espalha!)e decreta:se sobrou amontoa,não espalha!!
Assim,por força do destino que rege as mentes iluminadas à luz de lampião(não o de Maria Bonita),bem acho que não,sei lá,mas enfim;por não espalhar a primeira massa asfáltica deste lugar,foi criada a primeira lombada,invento nosso,mas não patenteado,e só!Pô.
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